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Conjunto de porcelana Schmidt. Sete xícaras para café médio com pires; uma xícara para café médio e um pires-cinzeiro, um cinzeiro em forma de bola de futebol.
Essas peças não eram simples utensílios. Eram símbolos. Cada escudo impresso na porcelana era uma afirmação silenciosa de pertencimento. O torcedor que bebia seu café ali não estava apenas degustando uma bebida: participava de um ritual coletivo que unia a vida social e a paixão esportiva. O Cruzeiro daquele tempo era mais que um clube; era uma casa, um círculo de amizades, um pedaço da cidade. Hoje, ao olhar para esse conjunto, vemos mais do que objetos antigos. Vemos a memória viva de um clube que respirava futebol e sociabilidade, que cultivava o orgulho de seus símbolos e que entendia que a identidade se constrói também nos detalhes — no traço azul do escudo, na borda dourada da porcelana, na forma arredondada de um cinzeiro-bola. É um retrato de uma época em que o Cruzeiro tinha o campo e o salão, o grito e a conversa, a paixão e a elegância.

Troféu distribuído na década de 1970, em jantar festivo no Clube do Comércio de Porto Alegre, quando o cruzeirista Dr. Matz era dirigente do clube. Foi feito por empresário do setor de trofeus da Zona Sul da cidade, gratuitamente. Assinalou aniversário do Cruzeiro. Linda festa, então.

Alfinete de lapela do Esporte Clube Cruzeiro. Homenagem aos 50 anos do clube (1963).

Bilhete oficial de loteria em homenagem aos 90 anos do Cruzeiro, comemorados em 14 de julho de 2003.


Cartão telefônico da Brasil Telecom em homenagem aos 90 anos do Cruzeiro, comemorados em 14 de julho de 2003.

Garrafa e copo.

Álbum de figurinhas Enciclopédia do Futebol Placar/Rádio Bandeirantes 1970/1971

